Saber “vender o peixe” é primordial em cada negócio. Pra esta finalidade, é necessário mostrar sua ideia, serviço ou produto com clareza, objetividade e segurança. Dessa maneira, a probabilidade de dominar clientes, investidores e parceiros é muito maior. A sensacional notícia é que esse tipo de maestria pode ser aprendida. Letícia é causador da trilha educacional Future Skills da graduação em Administração da ESE, que tem como propósito formar os empreendedores do futuro. Pra essa finalidade, logo no primeiro semestre do curso, os alunos participam das atividades práticas da disciplina Storymakers – Como gerar histórias e improvisar. “Eu digo que essa obediência é uma enredo aberta.
Sei como ela vai começar, contudo como vai terminar depende da insistência do aluno. E, dessa forma, colocando o aluno no protagonismo do seuaprendizado, criando a tua própria história, reforçamos a autoconfiança dele”, diz a professora. Na primeira cota da disciplina, os alunos desenvolvem, entre novas habilidades, a perícia de planejar histórias e fundamentos de modo roteirizada ou improvisada a começar por recursos verbais e não verbais. Eles também estudam recursos visuais pra revelar uma história e vender uma ideia de negócios, por exemplo: composição gráfica, edição e estética da imagem.
Na segunda quota da obediência, as habilidades do empreendedor do futuro são formadas através de técnicas teatrais. “Logo no início, fazemos uma análise do aluno e identificamos quais pontos precisam ser trabalhados ao longo do semestre. “Em um dos exercícios, tendo como exemplo, tivemos de nos vestir pra uma reunião de negócios e subimos ao palco do auditório da ESE pra nos exibir e defender já que seremos empreendedores de sucesso no futuro.
Durante o exercício, erramos e fomos corrigidos em tempo real para aprimorar nossa exposição. Foi uma ótima maneira de compreender a ter uma figura e um discurso que comprovam mais autoconfiança”, conta Marcela Luara da Silva Delago, aluna da graduação em Administração da ESE. Diferente de montar uma legal ideia de negócios, o intuito da obediência é ensinar os alunos a apresentarem qualquer tipo de proposta e em qualquer tipo de circunstância.
“Os alunos ainda têm mais alguns anos de estudo pela ESE. Não devem desenvolver uma ideia de negócios viável logo no primeiro semestre. E nem ao menos a fazer o pitch ideal pra essa ideia. Mas devem começar, desde de imediato, a acreditar em si mesmos pra, no momento em que tiverem uma ideia de negócios criada, conseguirem fazer com que mais pessoas também se engajem nessa proposta”, ressalta Letícia.
“Eu sou muito tímido. E, no decorrer das aulas, estou aprendendo a comentar em público com mais sensatez e confiança. Outra coisa que aprendi é fazer o recorte exato das infos, pra aproveitar ao máximo a atenção destinada à minha fala”, conta Raduan Oliveira Galli Muarrek. “Eu aspiro me tornar empreendedor depois de concluir a graduação em Administração ESE. Mas, independentemente dos rumos que irei acompanhar, tenho certeza que irei utilizar essas habilidades aprendidas em cada situação”, completa. Não é apenas nas disciplinas da ESE que as técnicas de vendas de ideias de negócios são montadas.
Os programas de capacitação de empreendedores da Escola de Negócios Sebrae-SP Alencar Burti (Speed Mentoring, Startup SP e Incubadora SP) oferecem oficinas para construir o pitch maravilhoso. Durante estas atividades, são construídas habilidades que, pra Fábio Zoppi, Gestor Estadual do Programa Startup SP, são interessantes pra uma interessante exibição de uma ideia de negócios. “Assertividade na comunicação, linguagem corporal, slides de apoio, empatia e, principalmente, o treino. Quanto mais o empreendedor treinar, mais oportunidades de acertar no momento de exibição do pitch”, diz. Você acompanha tudo de PEGN? Agora você poderá ler as edições e matérias exclusivas no Globo Mais, o app com assunto pra todos os momentos do seu dia.
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Já passou tempo bastante pra caracterizar a tentativa de consenso como falha e acompanhar adiante com os mecanismos para reativar. Queria saber como chegaram a estes valores, preferencialmente registrando na página onde os detalhes estão, antes de permanecer a derramar os números como se fossem únicos. Sobre isto medidas emergenciais durante o tempo que os robôs ficam sem funcionar, existem inúmeras possibilidades desde o impedimento de IPs para editar avenida filtro de edição até acrescentar o forçar previsão pra todas as edições.
É possível estipular um número de edições que um IP podes fazer e depois de atingido este número impossibilitá-lo de editar e só permitir edições no momento em que ele fizer um cadastro? Por exemplo delimitar um IP a fazer só 5 edições e se ele quiser fazer a sexta edição em diante só se cadastrando, isso ajudaria a controlar um pouco os vandalismos e estimularia o cadastro de usuários bem intencionados. É possível esse sistema?